Como se comportar num teste psicotécnico

Uma entrevista é, por si só, um momento de grande pressão, que pode ser difícil para a maioria dos candidatos. Mas quando esse momento é acompanhado pela aplicação de uma bateria de testes, pode tornar-se ainda mais tenso.

O comportamento dos candidatos no momento da aplicação dos testes também está a ser analisado, por isso é necessário perceber de que forma devemos comportar-nos nessa situação.

Os testes são um utensílio valioso no que toca à escolha de um candidato, pois fornece ao recrutador uma série de informações sobre as suas aptidões em determinadas áreas específicas (raciocínio lógico, raciocínio verbal, memória visual, capacidade de manter a atenção e a concentração) e sobre as características da sua personalidade (capacidade de tomada de decisão, impulsividade, relacionamento interpessoal) a que não temos acesso numa entrevista.

Do ponto de vista do candidato, é fundamental:

  • Compreender as instruções dadas pelo técnico e segui-las à risca;
  • Esclarecer as dúvidas no momento em que o técnico está a dar as instruções.
  • Manter-se focado na execução das tarefas indicadas e não pensar negativamente, partindo do princípio que não sabe nada e que as suas respostas estarão erradas;
  • Ser verdadeiro nas respostas que dá e não “mascarar” a sua personalidade. Não existem pessoas perfeitas, pelo que é natural que certos factores da sua personalidade constituam uma mais-valia para a função a que se candidata e outros sejam negativos, acontece com a maioria das pessoas;
  • Manter-se atento e ser natural. A pesquisa de testes na internet pode ser uma ajuda se pretender treinar algumas competências, mas apenas neste âmbito. Se for para o teste com respostas “decoradas” isso poderá dar mau resultado, uma vez que existem vários testes e aquele que lhe vai ser apresentado pode ser diferente e, além disso, o técnico pode reparar e isso, com certeza, não abonará a seu favor.